Crônicas

Aviso importante: embora apareça no plural, o título desta seção deveria estar flexionado no singular. Mas eu tenho uma boa explicação pra isso. É que dizem por aí que o que vale é a intenção – e o meu plano é completar a página com mais crônicas conforme elas forem sendo publicadas. Por ora, fiquem com minha filha única, veiculada na 11ª edição da revista Melhor Amigo (que esteve nas bancas em junho de 2014). No texto, eu falo sobre um grande amor de infância – que foi um cachorro, no sentido literal da palavra, e não um coleguinha de escola.

Crônica: Meu primeiro amor

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